Sexta-feira, 29 de Julho de 2005

Energias Alternativas

Portugal é um dos países com maior dependência de gás e petroleo, contudo é dos páises, que mais condições naturais tem para apostar em energias alternativas. As energias renováveis.


Isto viria possibilitar um maior equilibrio da balança económica portuguesa, bem como a diminuição da importação de petroleo, alem de se colocar Portugal numa posição vantagosa, já que as energias renováveis são aproveitadas, apenas por alguns países.


Poderia tambem este investimento ser uma fonte de rendimento para Portugal. Contudo para que o mesmo se realizasse, as energias renováveis teriam de possuir investimento português, bem como o material colector de energia teria de ser português (exempo das turbinas eólicas e dos colectores solares).


Isto permitiria assim desenvolver mais um campo da nossa indutria, o das energias.






Vejamos agora onde Portugal pode apostar...


Energia Solar


Portugal é dos países da Europa com maior disponibilidade de radiação solar. Uma forma de dar ideia desse facto é em termos do número médio anual de horas de Sol, que varia entre 2.200 e 3.000 para Portugal e, por exemplo, para Alemanha varia entre 1.200 e 1.700 h.


 


Energia dos Oceanos


 


 As zonas costeiras portuguesas (em especial a costa ocidental do continente e as ilhas dos Açores) têm condições naturais entre as mais favoráveis em qualquer parte do mundo para o aproveitamento da energia das ondas: recurso abundante (cerca de 25-30 KW/m média anual), plataforma continental estreita (inexistente nos Açores) (ou seja águas profundas na proximidade da costa), consumo e rede eléctrica concentrados junto à costa do continente.


 


Energia Eólica


 


O recurso energético disponível em Portugal estima-se entre os 2.00 MW e os 3.500 MW, para rentabilidades na ordem das 2.500 horas brutas anuais, respectivamente, e tendo em conta um cenário de restrição ambiental moderada.


 


Retirado do



Portal das Energias Renováveis


 


Mas Portugal já se prepara. Sócrates anunciou, um investimento de 3 mil milhões de euros, visando assim o cumprimento das metas a que Portugal se propôs no acordo de Quioto.

publicado por SSoldado_Lusitano às 23:55
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Sexta-feira, 22 de Julho de 2005

Religião


O meus único Deus, é a minha nação.


 


Herege...


 


Irão dizer: “...mas Portugal possui uma longa tradição cristã...”.


 


Se não fosse o Cristianismo, Portugal hoje não seria Portugal, é um facto.


 


Mas eu não mudo a história se não for cristão, pois a História não se muda, para mal de muitos...


 

publicado por SSoldado_Lusitano às 15:13
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Sexta-feira, 15 de Julho de 2005

As fontes do Nacionalismo

Pela sua cronologia e pela importância dos seus efeitos, a Revolução Francesa foi a primeira a suscitar o nacionalismo moderno pelo menos de três maneiras. Em primeiro lugar, pela influência das suas ideias (...). A soberania da nação não é apenas válida na ordem interna, tem ainda consequências para as relações externas. O direito dos povos disporem de si mesmos é o prolongamento da liberdade individual e da soberania nacional. (...)


O segundo modo de influência da revolução prende-se com o exemplo dado pela nação francesa, que resiste à Europa coligada dos soberanos, mostrando o que pode o patriotismo. A Marselhana torna-se o hino dos patriotas de toda a Europa. Os jacobinos dos outros países sonham, por sua vez, libertar a sua pátria. (...)


Finalmente, a revolução actua pelas reacções que provoca, e foi talvez esta forma de acção que mais contribuiu para o despertar do sentimento nacional. Na Europa dominada pelos Franceses, sob administração francesa, sob a ocupação militar, em reacção contra as coacções de toda a espécie que ela impõe, como as requisições, o recrutamento, a fiscalidade, despertam, pouco a pouco, o sentimento nacional, a aspiração à independência, o desejo de expulsar os invasores. (...)


O fenómeno nacional procede, no século XIX, de uma segunda fonte que deve muito pouco á revolução, que nada toma da democracia ou da liberdade; é o “historicismo”, que inspira a tomada de consciência das particularidades nacionais. Se o nacionalismo saído da revolução está mais voltado para o universal, o historicismo acentua na singularidade dos destinos nacionais, a afirmação da diversidade, e propõe aos povos o regresso ao passado, a defesa dos seus particularismos, a exaltação da sua especificidade.


Esta segunda corrente está estreitamente ligada á redescoberta do passado, nomeadamente sob a influência do romantismo. Ao universalismo abstracto da revolução opõe as particularidades concretas dos passados nacionais, á abstracção racionalista e geométrica da revolução opõe o instinto, o sentimento e a sensibilidade. Fundado-se no conhecimento do passado e no culto das tradições, define-se pela história, pela língua e pala religião. (...)


Pode dizer-se do século XIX que foi o século da história e que o romantismo pôs em voga a cor histórica. (...) uma atitude relativamente nova do homem perante o passado grupo a que pertence. Ao mesmo tempo, ressuscita-se a língua nacional, na qual não se vê somente um meio de comunicação mas uma estrutura mental através da qual um povo conserva a sua alma.






Fonte RÉMOND, René, ob. cit. , pp. 238-9 (adaptado) Caminhos da História, 11ºano

publicado por SSoldado_Lusitano às 03:15
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Sexta-feira, 8 de Julho de 2005

Invasões e Guerras

Caros leitores,


devem ter percebido que no mês passado (Junho), o movimento nacionalista esteve numa posição de destaque, porém apenas surgiu como consequência de acontecimentos negativos, que se baseiam na perda de segurança dos portugueses, no seu próprio país (segurança, um dos principais princípios da liberdade).


Tal como, a história nos indica, o nacionalismo despertou a partir da tentativa por parte de Napoleão, de dominar toda a Europa, formar um Império, para isso invadiu países europeus, as famosas invasões francesas.


Portanto, o nacionalismo despertou em vários países europeus de modo a expulsar os invasores franceses, de modo a defender o seu país.


O que comprova a formula matemática (- x - = +), ou seja, a partir de movimentos negativos, surge algo positivo, (neste caso o Nacionalismo).


O que eu quero com isto dizer é que Portugal está novamente nesta situação; a questão da invasão; mas neste caso, é feita por imigrantes, não quero com isto dizer que sou contra a imigração, sou sim, contra a invasão. E desta vez não há general inglês, que nos salve. Temos de ser nós, “Portugueses unam-se por Portugal” adaptação do manifesto comunista de Marx e Engels.


Esta invasão é subtil, nem nos apercebemos que estamos em guerra, senão vejamos, há vários exércitos na comunidade negra em Portugal, que atacam pontos estratégicos em dias estratégicos, mas este é apenas um batalhão africano, que ameaça os portugueses, ainda há mais batalhões, a comunidade de leste, também vai formando pequenos exércitos, os chineses já possuem pontos estratégicos no nosso comércio, assim como os indianos, tal como os brasileiros, etc. *


Não quero com isto dizer que todos s imigrantes são prejudiciais a Portugal, isso seria falacioso...


Chego assim á conclusão que o nacionalismo(+), possui um defeito, este só desperta, quando há problemas (- x -), no entanto, mais vale ser a solução do que o problema.


Posso concluir que, quando Portugal estiver decadente, o nacionalismo é a solução (- x - = +), mas esperem Portugal já está decadente...


*Arrastões, no dia 10 de Junho, dia de Portugal, ucranianos fogem em bandos de prisões portuguesas, (nem deviam lá entrar, deviam ser repatriados após cometerem o crime), chineses e os indianos, destroem aos poucos o comércio português, brasileiros contribuem também para o aumento da criminalidade em Portugal (penso não ser preciso relembrar as rixas entre a PJ e os brasileiros na Costa de Caparica, o verão passado).


(Um aparte eu utilizei a formula (- x -), e não (- + -), porque os inúmeros assaltos na linha de Sintra já não se somam, mas sim multiplicam-se, e por outra razões...)


Portugal Sempre!

publicado por SSoldado_Lusitano às 02:34
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