Sexta-feira, 27 de Maio de 2005

Nacionalidades


Acerca da questão das nacionalidades surgem várias perguntas:


Se um casal de chineses, por exemplo, tiver um filho em Portugal, o seu filho é considerado português?


Claro que não, um cão por nascer num estábulo não é considerado cavalo, ou é?


O mesmo acontece se um português e uma portuguesa tiverem um filho no Quénia, por exemplo, “lá por o cavalo nascer fora do estábulo, não deixa de ser cavalo, ou deixa?


Então, e se for o filho de um português e de uma chinesa, ou entre um queniano e uma portuguesa?


Aí, a criança é considerada, devido às diferentes nacionalidades e etnia dos pais, Asiático-Europeu, ou no outro caso, Afro-Europeu.


E onde viverá esse filho?


Boa pergunta, a qual tenho uma resposta simples;


De modo a evitar tal dilema diga não à mistura racial, é certo que não existe nenhuma lei do amor que proíbe as pessoas de se apaixonarem por pessoas de diferentes etnias, mas pela continuação da sua nacionalidade (neste caso portuguesa), e para a continuação de um povo português com identidade diga não á mistura racial.


Portugal sempre Português!

publicado por SSoldado_Lusitano às 11:22
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Sexta-feira, 20 de Maio de 2005

O que é nacional é bom!



Porque é que os portugueses preferem o produto estrangeiro ao produto nacional?


Porque é mais barato.


Pois bem, mas não será de menor qualidade?


Veja-se o caso dos produtos alimentares, ou mesmo os têxteis chineses.


O Português deve ter em mente que “O que é nacional é bom!”, (aproveitando um slogan de uma conhecida marca portuguesa), ou seja, cada português deve ter preferência pelo produto nacional, de modo a que se proporcione o desenvolvimento do mesmo, pois caso contrário, o produto português nunca se imporá no próprio mercado nacional, o que seria mau, pois é fundamental que o produto nacional se desenvolva, de modo a criar emprego, criar riqueza, enfim, gerar um país economicamente próspero beneficiando do desenvolvimento do produto nacional, o que iria melhorar a vidas dos portugueses, o que geraria mais..., e mais..., n coisas boas para Portugal.


É mais caro o produto nacional, porque ninguém o compra, pois se os portugueses comprassem o que é nacional, o mesmo desceria o preço. Com o aumento da procura o preço desce, com a diminuição da procura o preço sobe.


É também de salientar que quando digo: “o que é nacional é bom!”, digo bom em Portugal, Espanha não pode ser “obrigada” a aceitar o produto português no seu mercado, se bem que possa adoptá-lo de livre vontade.


Portanto, o que é nacional é bom. É, pelo menos deveria ser, cada indivíduo de um determinado país deveria ter preferência pelo “produto” do seu país (produto nacional), de modo a permitir um desenvolvimento do mesmo. Tal produto poderá ser multicultural, claro, desde que não tenha sido imposto (como melhor), e que a outra civilização ou país tenha aceitado sem ser obrigada.


O que eu quero dizer com isto é que por exemplo nos produtos alimentares, ninguém nos deve dizer o que devemos comer (crítica à União Europeia).


Já que falo da União Europeia e para uma maior compreensão do que é a União Europeia, utilizarei um argumento, ou como lhe queiram chamar, de Manuel Monteiro, que é mais ou menos o seguinte:


Imaginem um prédio (União Europeia), de 25 andares, Portugal mora num desses andares, tal como os restantes países da União Europeia moram nos seus respectivos andares, como é sabido num prédio os condóminos utilizam a mesma porta de entrada do prédio, falam entre si, podem até manter uma relação estável, mas após a entrada na nossa casa, neste caso Portugal, os outros vizinhos, ou melhor, o administrador, não tem o direito de decidir o que comemos, ou as visitas que recebemos na nossa casa (Portugal), ou o dinheiro que devemos pagar de condomínio, ou tem?


Em suma, não ao federalismo imposto por Bruxelas, sim à independência e soberania de Portugal! Sim á Europa, não à União Europeia!


Então e os carros?


Ora aí está um exemplo do que Portugal pode adquirir, “de livre vontade”, pois é um objecto essencial na sociedade actual, refiro aqui o automóvel como um produto que pode ser multicultural, como é referido no princípio do texto.


Mas porque não investir numa marca de automóveis portuguesa?


Para cobrir as despesas de tal investimento porque não apostar mais no desenvolvimento dos têxteis portugueses, ou numa maior exportação de Vinho do Porto, no calçado, ou nos produtos piscatórios e em tantas outras coisas? (Aceitam-se outras sugestões do que poderia desenvolver o NOSSO país).


Tudo isto é um problema de mentalidade, (e de acordos com a União Europeia), pois a partir do dia em que todos os portugueses prefiram o que é português, Portugal atingirá o seu máximo esplendor.


O que é Nacional é bom! 



bandeira_m.gif


Portugal Sempre!

publicado por SSoldado_Lusitano às 13:49
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Sexta-feira, 13 de Maio de 2005

A Justiça Portuguesa


Em Portugal o Sistema Judicial é lento e burocrático tendo isto como consequência a imobilização e a rotura devido à acumulação de processos.


Para que tal problema se resolva deverá:


- dar-se uma especialização dos Tribunais em função da natureza dos crimes e também aumentar dos juízes para instrução e julgamento dos casos de média e grande complexidade;


- rever-se a legislação processual, simplificando o Código Penal, ou seja, agravando-se as penas para crimes de extrema gravidade como o tráfico de droga, o tráfico e exploração de seres humanos, a pedofilia, a violação, a corrupção, o roubo e extorsão, o banditismo e a associação criminosa, os crimes fiscais e os crimes praticados por imigrantes aos quais, consoante a sua gravidade, poderia ser aplicada a pena de expulsão, que funcionaria como dissuasiva e contribuiria também para melhorar a segurança dos Portugueses;


- entre outras medidas que surgiriam, dependendo dos acontecimentos.


Em suma, reestruturar a justiça aumentar a operacionalidade dos Tribunais, rever a legislação processual e o Código Penal, agravamento das penas de crime, para crimes de grande gravidade, remodelar as infra-estruturas prisionais.


 justica.gif



É necessário reestruturar a Justiça portuguesa, de modo a aumentar a eficácia e operacionalidade da mesma.


Justiça melhor, por um Portugal melhor!


Portugal Sempre!

publicado por SSoldado_Lusitano às 21:40
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2005

O Mar Português

pesoa-jovenw.jpg


Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.

Mar Português (Fernando Pessoa – 1888-1935) O mar era doce. Segundo Fernando Pessoa, ficou salgado com as lágrimas do povo português.

Que é feito do mar português, um dos símbolos do povo português?

Porque não investir neste recurso?

Sabemos que Portugal tem uma das maiores orlas costeiras da Europa, porque não podemos explorá-la?

Porque não vão os pescadores para o mar?

O Mar significou, na História de Portugal, uma condição de liberdade e independência. O Mar deve, também, significar no Portugal futuro, uma oportunidade de criação de riqueza.

O Mar português cria oportunidades de:
- Gerar postos de trabalho;
- Fortalecer sectores industriais;
- Promover o desenvolvimento científico;
- Entre outras oportunidades.

É também de salientar que Portugal tem uma das maiores ZEE da Europa.

ZEE - Zona Económica Exclusiva
Área marítima, delimitada por uma linha distante 200 milhas das costas. A protecção ambiental desta área, assim como a sua exploração cientifica e económica, é da responsabilidade exclusiva do país a que se encontra adjacente.
publicado por SSoldado_Lusitano às 12:52
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