Segunda-feira, 25 de Abril de 2005

25 de Abril

Em jeito de 25 de Abril, cá vai uma carta que revela um pouco da realidade pós 25 de Abril. (É um pouco longa, mas vale a pena ler).


Senhor Professor,


Sou obrigado a escrever-lhe, nesta data, depois de ter escutado, com toda a atenção, a aula de História, que nos deu sobre a Revolução de Abril de 1974.


Li todos os apontamentos que tirei na aula e os textos de apoio que me entregou para me preparar para o teste, que o Senhor Professor irá apresentar-nos, na próxima semana, sobre a Revolução dos Cravos.


Disse o Senhor Professor que a Revolução derrubou a ditadura salazarista e veio a permitir o final da Guerra Colonial, com a conquista da Liberdade do Povo Português o dos Povos dos territórios que nós dominávamos e que constituíam o nosso Império.


Afirmou ainda que passámos a viver em Democracia e que iniciámos uma nova política de Desenvolvimento, baseada na economia de mercado.


Informou-nos também que a Censura sobre os órgãos de Comunicação Social terminara e que a PIDE/DGS, a Polícia Política do Estado Fascista acabara, dando a possibilidade aos Portugueses de terem liberdade de expressão, opinião e pensamento. Hoje, todos eles podem exprimir as suas opiniões nos jornais, rádio, televisão, cinema e teatro, sem receio de serem presos.


Disse igualmente que Portugal era um país isolado no contexto internacional e que agora fazemos parte da União Europeia e temos grande prestígio no mundo. Que somos dos poucos países da União a cumprir, na íntegra, os cinco critérios de convergência nominal do Tratado de Maastricht para fazermos parte do pelotão da frente com vista ao Euro.


Li os textos de apoio do Professor Fernando Rosas, onde me informam que os Capitães de Abril são considerados heróis nacionais, como nunca houvera antes na nossa história, e que eles são os responsáveis por toda a modernidade do nosso país, pois se não tivesse acontecido a memorável Revolução, estaríamos na cauda da Europa e viveríamos em grande atraso, em relação aos outros países, e num total obscurantismo.


Tinha já tudo bem compreendido e decorado, quando pedi ao meu pai que lesse os apontamentos e os textos para me fazer perguntas sobre a tal Revolução, com vista à minha preparação para o teste, pois eu não assisti ao acontecimento histórico, por não ter ainda nascido, uma vez que, como sabe, tenho apenas dezasseis anos de idade.


Com o pedido que fiz ao meu pai, começaram os meus problemas pois ele ficou horrorizado com o que o Senhor Professor me ensinou e chamou-lhe até mentiroso porque conseguira falsificar a História de Portugal. Ele disse-me que assistira à Revolução dos Cravos dos Capitães de Abril e que vira com «os olhos que a terra há-de comer» o que acontecera e as suas consequências.


Disse-me que os Capitães foram os maiores traidores que a nossa História conhecera, porque entregaram aos comunistas todo o nosso império, enganando os Portugueses e os naturais dos territórios, que nos pertenciam por direito histórico. Que a Guerra no Ultramar envolvera toda a sua geração e que nela sobressaíra a valentia dum povo em armas, a defender a herança dos nossos maiores.


Que já não existia ditadura salazarista, porque Salazar já tinha morrido na altura e que vigorava a Primavera Marcelista que, paulatinamente, estava a colocar Portugal na vanguarda da Europa. Que hoje o nosso país, conjuntamente com a Grécia, são os países mais atrasados da Comunidade Europeia.


Que Portugal já desfrutava de muitas liberdades ao tempo do Professor Marcelo Caetano, que caminhávamos para a Democracia sem sobressaltos, que os jovens, como eu, tinham empregos assegurados, quando terminavam os estudos, que não se drogavam, que não frequentavam antros de deboche a que chamam discotecas, nem viviam na promiscuidade sexual, que hoje lhes embotam os sentidos.


Disse-me também que ele sabia o que era Deus, a Pátria e a Família e que eu sou um ignorante nessas matérias. Aliás, eu nem sabia que a minha Pátria era Portugal, pois o Senhor Professor ensinou-me que a minha Pátria era a Europa.


O meu pai disse-me que os governantes de outrora não eram corruptos e que após o 25 de Abril nunca se viu tanta corrupção como actualmente. Também me disse que a criminalidade aumentara assustadoramente em Portugal e que já há verdadeiras máfias a operar, vivendo à custa da miséria dos jovens drogados e da prostituição, resultado do abandono dos filhos de pais divorciados e dum lamentável atraso cultural, em virtude de um Sistema Educativo, que é a nossa maior vergonha, desde há mais vinte anos.


Eu fiquei de boca aberta, quando o meu pai me disse que a Censura continuava na ordem do dia, porque ele manda artigos para alguns jornais e não são publicados, visto que ele diz as verdades, que são escamoteadas ao Povo Português, e isso não interessa a certos órgãos eq Comunicação Social ao serviço de interesses obscuros.


O meu pai diz que o nosso país é hoje uma colónia de Bruxelas, que nos dá esmolas para nós conseguirmos sobreviver, pois os tais Capitães de Abril reduziram Portugal a uma «pobreza franciscana» e que o nosso país já não nos pertence e que perdemos a nossa independência. Perguntei-lhe se ele já ouvira falar de Mário Soares, Almeida Santos, Rosa Coutinho, Melo Antunes, Álvaro Cunhal, Vítor Alves, Vítor Crespo, Lemos Pires, Vasco Lourenço, Vasco Gonçalves, Costa Gomes, Pezarat Correia... Não pude acrescentar mais nomes, que fixara com enorme sacrifício e trabalho de memória, porque o meu pai começou a vomitar só de me ouvir pronunciar estes nomes.


Quando se sentiu melhor, disse-me que nunca mais lhe falasse em tais «sacanas de gajos», mas que decorasse antes os nomes de Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, Diogo Cão, D. João II, D. Manuel I, Bartolomeu Dias, Afonso de Alburquerque, D. João de Castro, Camões, Norton de Matos, porque os outros não eram dignos de ser Portugueses, mas estes eram as grandes e respeitáveis figuras da nossa História.


Naturalmente que fiquei admirado, porque o Senhor Professor nunca me falara nestas personagens tão importantes e apenas me citara os nomes que constam dos textos do Professor Fernado Rosas.


Senhor Professor, dada a circunstância do meu pai ter visto, ouvido, sentido e lido a Revolução de Abril, estou completamente baralhado, com o que o Senhor me ensinou e com a leitura dos textos de apoio. Eu julgo que o meu pai é que tem razão e, por isso, no próximo teste, vou seguir os conselhos dele.


Não foi o Senhor Professor que disse que a Revolução nos deu a liberdade de opinião? Certamente terei uma nota negativa, mas o meu pai nunca me mentiu e eu continuo a acreditar nele.


Como ele, também eu vou pôr uma gravata preta no dia 25 de abril, em sinal de luto pelos milhares de mortos havidos no nosso Império, provocados pela Revolução dos Espinhos, perdão, dos Cravos.


O Senhor disse-me que esta Revolução não vertera uma gota de sangue e agora vim a saber que militantes negros que serviram o exército português, durante a guerra, que o Senhor chamou colonial, foram abandonados e depois fuzilados pelos comunistas a quem foram entregues as nossas terras.


Desculpe-me, Senhor Professor, mas o meu pai disse-me que o Senhor era cego de um olho, que só sabia ler a História de Portugal com o olho esquerdo. Se o Senhor tivesse os dois olhos não me ensinaria tantas asneiras, mas que o desculpava porque o Senhor era um jovem e certamente só lera o que o Professor Fernando Rosas escrevera.


A minha carta já vai longa, mas eu usei de toda a honestidade e espero que o Senhor Professor consiga igualmente ser honesto para comigo, no próximo teste, quando o avaliar.


Com os meus respeitosos cumprimentos


O seu aluno


Fonte: Isaias Gonçalves Afonso in "O Dia"

publicado por SSoldado_Lusitano às 00:01
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Quinta-feira, 21 de Abril de 2005

Espaço Schengen

Estava eu a pesquisar sobre assuntos relacionados com a União Europeia quando me deparo com um texto sobre o Acordo de Schengen, achei pertinente apresentar tal tema, adaptei-o de forma a ficar mais pequeno mas não alterei sentido de tal texto.


"Schengen" é a designação dada a dois Acordos internacionais (um Acordo e uma Convenção) subscritos por um conjunto de Estados membros da União Europeia com o objectivo de realizar a livre circulação de pessoas.


Portugal, faz parte destes Acordos bem como outros Estados da União Europeia.


O Acordo e a Convenção de Schengen instituem um regime de livre circulação de pessoas, independentemente da sua nacionalidade, no território desses Estados, através da abolição dos controlos nas respectivas fronteiras internas (terrestres, aéreas e marítimas).


São consideradas fronteiras internas as fronteiras terrestres comuns aos Estados Schengen, os aeroportos no que diz respeito aos voos entre Estados Schengen, bem como os portos marítimos no que se refere às ligações regulares e sem escala efectuadas por navios entre portos no território dos Estados Schengen.


Qualquer pessoa pode transpor estas fronteiras em qualquer local sem que seja objecto de quaisquer controlos.


Os Acordos têm, todavia, uma cláusula de excepção. Assim, por razões de ordem pública ou de segurança nacional, e durante um período limitado, poderão ser efectuados controlos nas fronteiras internas.


Passagem das fronteiras externas:


São consideradas fronteiras externas as fronteiras terrestres com países não Schengen, os aeroportos internacionais para o tráfego aéreo com origem ou destino em países não Schengen e os portos de mar, excepto para as ligações regulares provenientes ou com destino a outros portos no espaço Schengen.


Nas fronteiras externas são exercidos controlos pelas autoridades nacionais competentes e segundo o direito nacional de cada Estado Schengen. O objectivo desses controlos é a prevenção dos tráficos ilícitos, da imigração ilegal, bem como o combate à criminalidade em geral.


Estes controlos, que são feitos no interesse de todos os Estados Schengen, obedecem a procedimentos uniformes por forma a garantir uma eficácia equivalente em todos os pontos da fronteira externa.


Assim, qualquer pessoa que atravesse uma fronteiras externa do espaço Schengen será objecto de controlos que permitam verificar a sua identidade, a validade dos documentos de viagem, o preenchimento das condições de entrada, estada e saída e acautelar as ameaças à ordem pública e à segurança nacional dos Estados Schengen. Estes controlos abrangem, também, os veículos e objectos na posse das pessoas que atravessam uma fronteira externa de Schengen.


Condições de entrada no espaço Schengen:


A entrada de estrangeiros (isto é, cidadãos de países que não fazem parte da União Europeia) no espaço Schengen, para uma estada que não exceda três meses, encontra-se sujeita ao preenchimento das seguintes condições:


a) Possuir um documento válido que permita a passagem da fronteira (normalmente um passaporte);


b) Possuir um visto válido, quando este for exigível;


c) Dispor de meios de subsistência suficientes para a estada e regresso, ou estar em condições de os adquirir legalmente;


d) Não constar da lista de estrangeiros não admissíveis (por exemplo, por já terem sido expulsas anteriormente ou terem sido condenadas por crimes a que corresponda uma pena de prisão de pelo menos um ano);


e) Não ser considerado como susceptível de comprometer a ordem pública, a segurança nacional ou as relações internacionais de um dos Estados Schengen. Circulação de estrangeiros no espaço Schengen.


Qualquer cidadão estrangeiro que preencha as condições de entrada no território de um Estado Schengen e nele entre regularmente por uma fronteira externa pode circular livremente no espaço Schengen, sem ser sujeito a controlos fronteiriços, por um período máximo de três meses.


Cada Estado Schengen pode, todavia, prolongar para além de três meses a estada de um estrangeiro no seu território.


Os estrangeiros que residam regularmente no território de um Estado Schengen, ao abrigo de uma autorização de residência válida, beneficiam igualmente do direito de circular livremente no espaço Schengen, sem necessidade de visto.


Agora eu pergunto:



  • Esta vaga de imigração que tem atingido o país desde o principio da década de 90, “que por acaso” coincide com a data de realização deste Acordo, terão algum relacionamento? 

  • Se está assegurada a segurança dos cidadãos oriundos de um "Estado" aderente ao acordo Schengen porque é que cada vez mais à um maior nível de criminalidade, à medida que cresce o número de imigrantes em Portugal?

  • Se se inspeccionam as pessoas antes de atravessar as nossas fronteiras, como se explica a enorme vaga de imigração clandestina e o aumento do tráfico estupefacientes (droga) em Portugal?

  • Um visto de três meses? Então e se o imigrante que não se apresentar dentro do limite, onde é que o encontram?

  • Quem é que nos garante que os barcos ou camiões que usufruem deste acordo (ou seja, não são inspeccionados nas nossas fronteiras) não transportam imigrantes ilegais?

  • O que beneficia Portugal com este acordo? Criminalidade, desemprego?
publicado por SSoldado_Lusitano às 19:15
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Sexta-feira, 15 de Abril de 2005

Origens...

Para que não suscite dúvidas pesquisei arduamente, sobre as origens do povo português, resume-se basicamente a isto...


Os Portugueses são população do Sul da Europa. A sua origem étnica é essencialmente uma mistura de tribos CELTAS e IBERAS (chamados CELTIBEROS, como os LUSITANOS, os Calaicos ou Gallaeci e os Cónios, entre outras menos significativas, tais como os Bracari, Celtici, Coelerni, Eqvaesi, Grovii, Interamici, Levni, Luanqvi, Limici, Narbasi, Nemetati, Paesvri, Qvaqverni, Sevrbi, Tamagani, Tapoli, Zoelae, Turduli).


Os CELTIBEROS são o povo que resultou da fusão das culturas do povo Céltico ou celta e a do povo Ibero, nativo da Península Ibérica. Deste povo desenvolveram-se, na parte ocidental da Península, os Lusitanos, considerados pelos historiadores como os antecessores dos portugueses.


Os CELTAS foram um grupo de povos e nações da Europa na Antiguidade. As tribos célticas ocuparam a maior parte do continente europeu, desde a Península Ibérica até a Anatólia. A maior parte dos celtas foi conquistada e subjugada pelos Romanos.


Havia vários grupos e tribos celtas, entre eles os Bretões, os Gauleses, os Iberos, os Lusitanos, os Eburões, os Batavos, os Belgas, os Gálatas, os Trinovantes, os Galeses e muitos outros. A maioria dessas tribos deu origem aos nomes das províncias romanas na Europa que mais tarde baptizaram os estados-nações modernos.


OS LUSITANOS SÃO VISTOS COMO OS ANTEPASSADOS DOS PORTUGUESES. Eram um povo celtibérico que viveu na parte ocidental da Península Ibérica. Primeiramente, uma única tribo que vivia entre os rios Douro e Tejo. Mais tarde, o nome lusitano é usado para descrever os Galaicos (povo celtibérico das montanhas a norte do Rio Douro) e por outras tribos, devido à notabilidade deste povo em lutar contra o domínio romano, mas também porque todos eram cultural e etnicamente muito semelhantes. A figura mais notável entre os Lusitanos foi VIRIATO, um dos seus líderes no combate aos romanos.


VIRIATO (180 a.C. - 139 a.C.) foi um dos líderes da tribo lusitana que confrontou os romanos na região actualmente conhecida como Portugal. Ele foi traído por um punhado de seguidores por dinheiro. Contudo, depois de Viriato morrer, os seus seguidores foram mortos ou escravizados.


Viriato, um pastor e caçador dos Montes Herminios, foi eleito chefe dos lusitanos.


Montes Herminios, (Serra da Estrela).


Outras influências importantes foram também os Romanos (a Língua portuguesa deriva do Latim), os Visigodos e os Suevos, todos os quais povoaram o que é hoje território português. Influências menores foram os Gregos e os Fenícios-Cartagineses (com pequenas feitorias comerciais costeiras semi-permanentes), os Vândalos (Silingos e Asdingos) e os Alanos (ambos expulsos ou parcialmente integrados pelos Visigodos), e, maiores entre estes menores, os Mouros (basicamente Berbéres com alguma componente de Árabes, expulsos em consequência da Reconquista Cristã).


É tambem de salientar que...



  • Portugal, incluindo os Arquipélagos dos Açores e Madeira tem uma população estimada em 9,865,114 pessoas, representando uma densidade populacional de 107 pessoas por quilómetro quadrado, ou 277 por milha quadrada.

  • O idioma oficial, utilizado pela quase totalidade da população, é o Português.

  • O Mirandês é reconhecido oficialmente e ensinado nas escolas do concelho de Miranda do Douro. O seu uso, no entanto, é bastante restrito, estando em curso acções de revitalização.

  • Outras línguas são faladas pelas diferentes comunidades imigrantes.

Saliento ainda que não alterei qualquer dado histórico pois não faria sentido qualquer eu alterar a história e origem do meu país Portugal.


Chego assim á conclusão de que somos oriundos de uma mistura de povos, mas a maioria de tais povos eram bastantes próximos (europeus), e também que há cerca de 800 anos que a população portuguesa se matêm sem alterações expressivas.


 


PORTUGAL TEM UMA IDENTIDADE, VAMOS DEFENDE-LA e GARANTI-LA!


PORTUGAL SEMPRE!

publicado por SSoldado_Lusitano às 22:11
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Domingo, 10 de Abril de 2005

Não à Turquia!

Assunto badalado (não em Portugal) da actualidade é a entrada da Turquia na União Europeia.


Assunto ao qual adopto uma posição clara (de negação)... assunto este a que já foram apresentados tantos factos e argumentos válidos contra a adesão da Turquia, que estarão aqui presentes (os argumentos) apenas como uma reafirmação do que outros blogues de ideologias idênticas ostentam.


Há diferentes motivos para não concordar com a entrada de tal país para a União Europeia, passando a enumerá-los, recorrendo a motivos geográficos, culturais, religiosos, demográficos, políticos, institucionais e económicos:



  • A Turquia pertence quase na totalidade ao continente asiático e não europeu (95%).
  • A língua não é indo-europeia, tal como as raízes culturais não são greco-latinas.
  • É também conhecido que 98% da população é islâmica, e que todos os restantes países que fazem parte da União Europeia são maioritariamente cristãos, salvo erro da Holanda (calvinismo).
  • A Turquia é também um país com uma elevada taxa de natalidade, o que tornaria com a sua possível adesão à União Europeia, no país como maior número de população em 2015, tendo como consequência, 1 em cada 5 habitantes da Comunidade Europeia serem de origem turca.
  • Tem também como consequência uma nova vaga de imigração da parte dos turcos para os países que neste momento já fazem parte da União Europeia, já que a Turquia seria o país mais pobre da União Europeia, o que também traria uma nova vaga de desemprego, pois as empresas instalar-se-iam na Turquia à procura de mão-de-obra barata.
  • É também de salientar que é um país que não respeita os direitos humanos, que é também controlado pelo imperialismo americano (apelo aqui a uma memória recente, guerra do Iraque, onde a Turquia assumiu uma posição estratégica, a “mando” dos Estados Unidos da América), e também com a sua possível entrada para a União Europeia será um dos países com maior peso no parlamento europeu, bem como constituirá o maior exército europeu.
  • Isto abre portas a que mais países não provenientes da Europa queiram aderir à União Europeia (Cabo Verde, Israel, Marrocos, etc).

Em suma, devido a todos estes argumentos ou factos conclui-se que jamais a Turquia poderá entrar para a chamada União Europeia.


Mas porquê tanta preocupação coma a entrada da Turquia para a União Europeia se não reconhece a mesma?


Apesar de não reconhecer a Constituição Europeia e a União Europeia (Federalismo Europeu) bem como os seus tratados que apenas apagam cada vez mais a identidade de todos os povos europeus, e apesar também de a minha principal preocupação centrar-se num PORTUGAL PARA OS PORTUGUESES, UM PORTUGAL PORTUGUÊS, preocupo-me também com uma Europa europeia, ou seja, não habitada por islâmicos, e outras raças não pertencentes à Europa.


PORTUGAL SERÁ PORTUGUÊS, NÃO SERÁ INVADIDO!


PORTUGAL SEMPRE!

publicado por SSoldado_Lusitano às 00:50
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Sábado, 9 de Abril de 2005

Insegurança nas Ruas!


É preocupante a situação da segurança dos portugueses. Todos os dias ouvimos nos noticiários algum crime, roubo ou violação, etc., esta situação não pode continuar.


Toda esta onda de maior criminalidade começou em meados da década de 90, década em que entraram milhares de imigrantes ilegais para o nosso país após decretada uma lei que escaqueirou as nossas fronteiras.


Ora, com o agravar da situação, hoje em dia, existem bairros nas zonas metropolitanas do Porto e Lisboa onde a policia não entra, e quando tenta, sofre muita das vezes represálias graves, não havendo nessas zonas quaisquer respeito pela autoridade, é também de salientar que esses bairros são habitados na sua maioria por africanos, brasileiros e outras etnias que na sua maioria são ilegais e prejudiciais aos portugueses e a Portugal, atentando agora um caso recente do policia que foi morto na Cova da Moura, desde já envio as minhas condolências aos familiares da vítima, vitima que foi morta com cerca de 30 tiros. Isto tem de parar. Devemos tomar medidas.



  • Todos os crimes e delitos devem ser combatidos eficazmente.

  • As penas aplicadas devem ser cumpridas.

  • Os bandos de delinquentes desmantelados.

  • As nossas fronteiras deverão ser rigorosamente controladas.

  • As leis portuguesas devem ser aplicadas em todo o território nacional, inclusive nos bairros degradados e conflituosos, onde hoje a polícia não entra.

  • O tráfico de droga, violação de menores e de imigração ilegal devem ter penas mais pesadas.

  • Os meios destinados à policia devem ser reforçados pois os policias não têm instrumentos que combatam eficazmente a onda de criminalidade que assola o nosso país Portugal.

Em suma, deveremos combater á criminalidade, adoptando medidas radicais e que funcionem, não precisando este tema de ser mais argumentado, pois perante estes factos (onda de criminalidade), não há argumentos, mas sim medidas a tomar.


Combata por um Portugal seguro!


Portugal Sempre! 

publicado por SSoldado_Lusitano às 04:29
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Segunda-feira, 4 de Abril de 2005

Constituição Democrática?

Diz a constituição:


Titulo II


Direitos, liberdades e garantias


Capítulo I


Direitos, liberdades e garantias pessoais


Artigo 37.º - (Liberdade de expressão e informação)


1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações. (A democracia em todo o seu esplendor...)


Artigo 46.º - (liberdade de associação)


 ....


4. Não são consentidas associações armadas nem de tipo militar, militarizadas ou paramilitares, nem organizações racistas ou que perfilhem a ideologia fascista.


Democracia? Liberdade?


Talvez discriminação.


Se pode haver Comunistas e partidos da Extrema-Esquerda, porque é que os Fascistas e os de Extrema-Direita são proibidos?


Isto é Democracia? Só se for anti-democrática.


Portugal Sempre!

publicado por SSoldado_Lusitano às 00:23
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