Sexta-feira, 25 de Novembro de 2005

25 de Novembro

O período Spínola


 


Poucos dias passados sobre o golpe militar, os anseios de justiça social, longamente reprimidos, tinham já explodido numa onda de reivindicações laborais, greves e manifestações constantes. Embora influenciada pelos partidos políticos de esquerda, esta efervescência social era, em grande parte, espontânea e, por isso, dificilmente controlável.


 


Carente de autoridade e incapaz de assumir uma efectiva liderança do País, o I governo provisório demitiu-se menos de dois meses após a tomada de posse, deixando o presidente Spínola isolado na quase impossível tarefa de conter as forças revolucionárias.


 


De facto, o poder político fraccionara-se já em dois polos opostos: de um lado, o grupo afecto ao general Spínola; do outro, a comissão coordenadora do MFA e seus apoiantes.


 


Mais moderado e sonhando ainda com o projecto federalista para a África portuguesa, Spínola vai progressivamente perdendo terreno face às forças esquerdistas do MFA, adeptas da “independência pura e simples” dos territórios ultramarinos e da revolução social. A nomeação do brigadeiro Vasco Gonçalves para chefiar o II governo provisório e a presença reforçada de militares no elenco governativo consagra a perda de influência do presidente, que, em vão, denuncia a situação instável em que o País se encontra.


 


Depois de ter reconhecido, a contragosto, o direito dos povos africanos à independência, António de Spínola acabará por se demitir na sequência do fracasso de uma manifestação em seu apoio, eficazmente boicotada pelas forças de esquerda.


 


A Junta de Salvação Nacional, que o impacto da demissão de Spínola reduzira a três membros, indigita Costa Gomes para a presidência da República.


 


A radicalização do processo revolucionário


 


A partir desse momento, a Revolução tende a radicalizar-se. Otelo Saraiva de Carvalho, o estratega do 25 de Abril, aparece cada vez mais afecto à extrema esquerda. À frente do Comando Operacional do Continente – COPCON, assina de ânimo leve uma série de ordens de prisão de elementos moderados. O primeiro-ministro Vasco Gonçalves, que chefiará quatro governos provisórios (do II ao V), evidencia um forte ligação ao Partido Comunista, que adquire crescente protagonismo no aparelho do Estado.


 


Numa derradeira tentativa de contrariar esta inflexão à esquerda e recuperar o poder, Spínola encabeça, em 11 de Março de 1975, um golpe militar que fracassa rotundamente, obrigando o general e alguns oficiais a procurar refúgio em Espanha.


 


Os acontecimentos de 11 de Março são tomados como uma “ameaça contra-revolucionária” e contribuem para acentuar o radicalismo que já se fazia sentir. Nessa mesma noite, numa Assembleia das Forças Armadas, forma-se o Conselho da Revolução, que passa a funcionar como orgão executivo do MFA.


 


Concentrando os poderes da Junta de Salvação Nacional e do Conselho de Estado (que se extinguem), o conselho da Revolução tornou-se o verdadeiro centro de poder. Evidenciando uma ligação clara ao ideário e ao programa do Partido Comunista, o Conselho da Revolução propõe-se orientar o Processo Revolucionário em Curso _ PREC que, assumidamente, conduziria o País rumo ao socialismo.


 


Entretanto, a agitação social cresce a olhos vistos, orientando-se por uma filosofia igualitária e pela miragem do poder popular. Por todo o País se procede a saneamentos sumários de quadros técnicos e outros funcionários considerados “de direita”; nas empresa privadas, as comissões de trabalhadores assumem o comando, impedindo os proprietários de entrarem nas instalações e destituindo os corpos gerentes; nas cidades e vilas constituem-se “comissões de moradores” e “comités de ocupantes” que levam a cabo a ocupação de casas vagas, do Estado ou de particulares, quer para fins habitacionais, quer para a instalação de equipamentos sociais de iniciativa popular; no Sul, a Reforma Agrária toma uma feição extremista com a ocupação de grandes herdades pelos trabalhadores rurais, que as transformam em “unidades colectivas de produção”.


 


Este ambiente anárquico gerou um clima de opressão e medo nas classes média e alta que impeliu milhares de Portugueses a abandonarem o País.


 


Tudo parecia, nesta altura, encaminhar Portugal para a adopção e um modelo colectivista, sob a égide das Forças Armadas.


 


As eleições de 1975 e a inversão do processo revolucionário


 


A inversão do processo deveu-se, em grande parte, ao forte impulso do partido Socialista à efectiva realização, no prazo marcado, das eleições constituintes prometidas pelo Programa do MFA.


 


Estas eleições, as primeiras em que funcionou o sufrágio verdadeiramente universal realizaram-se no dia 25 de Abril de 1975, marcando, de modo exemplar, a vida cívica e política portuguesa. Apesar do apelo à abstenção (considerado um voto de confiança no MFA) acorreram às urnas 91,7% dos eleitores, o maior universo eleitoral de sempre na História do País. Tanto a campanha como o acto eleitoral (para os quais os pessimistas previam confrontos e tumultos) decorreram dentro das normas de respeito e de pluralidade democrática.


 


Os resultados da votação foram determinantes para a inflexão da via marxista-revolucionária. O PS sagrou-se vencedor das eleições, com 38% dos sufrágios, logo seguido do PPD, que conseguiu 26%. Em contrapartida as forças de esquerda mais radical receberam uma votação muito modesta.


 


Reforçados por este apoio eleitoral, os socialistas encabeçam, com firmeza, a luta das forças moderadas contra o radicalismo revolucionário. Em Julho, o PS e o PSD abandonam o IV Governo (que se desfaz) e mobilizam todos os seus recursos no sentido do regresso ao espírito inicial, democratizante, do MFA.


 


Neste Verão de 1975 (conhecido como “Verão quente”), a oposição entre as forças políticas atinge o rubro, expressando-se em gigantescas manifestações de rua, assaltos a sedes partidárias (o PCP foi o partido mais atingido) e pela proliferação de organizações armadas revolucionárias de direita e de esquerda.


 


É em pleno “Verão quente” que um grupo de nove oficiais do próprio Conselho da Revolução, encabeçados pelo major Melo Antunes, critica abertamente os sectores mais radicais do MFA, pronunciando-se por uma “prática política realmente isenta de toda e qualquer influência dos partidos” e pelo afastamento da “equipa dirigente” do Movimento. Uma actuação hábil destas forças moderadas leva à destituição do primeiro-ministro Vasco Gonçalves, à formação de novo Governo (o VI, chefiado por Pinheiro de Azevedo) e, por fim, à nomeação do capitão Vasco Lourenço (um dos “nove”) para o comando da região militar de Lisboa, em substituição de Otelo (24 de Novembro).


 


Estas alterações são o rastilho para um último golpe militar, desferido em 25 de Novembro, pelos pára-quedistas de Tancos, em defesa de Otelo e do processo revolucionário. Este golpe, por pouco, não coloca o País numa guerra civil, acaba por se malograr e, com ele, as tentativas da esquerda revolucionária para tomar o poder. Ficava aberto o caminho para a implantação de uma democracia liberal.


 


Retirado d’O Tempo da História, História A, 2ª parte, 12ºano


 


António dos Santos Ramalho Eanes


 


ramaeane.gif(...)


 


Ligado ao grupo de militares moderados, que ficou conhecido por "Grupo dos Nove", foi por eles encarregado de preparar os planos operacionais de repressão de uma eventual tentativa de golpe pela facção mais radical das Forças Armadas. Que aplica, com sucesso a 25 de Novembro de 1975. Assume logo de seguida a posição de chefe do Estado-Maior do Exército.


</blockquote>
publicado por SSoldado_Lusitano às 20:22
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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2005

Ota

aeroporto_ota.jpgOponho-me á construção do aeroporto da Ota, pois a construção do mesmo, irá trazer bastante mão-de-obra estrangeira, (talvez clandestina), logo Portugal não beneficiará nada.


 


Trará imigrantes que após a construção do aeroporto talvez não regressassem aos seus países.


 


O que pioraria a onda de desemprego, e consequente aumento da criminalidade.


 


Isto, faria com que a principal promessa de Sócrates (os 150.000 postos de trabalho), fosse cumprida mas...


 


...seriam ocupados por imigrantes.


 


Seria então mais um fardo para Portugal.


 


Esta é a minha oposição á construção do aeroporto na Ota, é certo que reduzia o tráfego ao aeroporto de Lisboa, mas traria consigo mais imigrantes, bem como continuaram portugueses desempregados, (bem como mais poluição).


 


Mas talvez esses portugueses desempregados, não queiram trabalhar na construção do aeroporto. Não será porque são mal pagos? Não será porque "trabalhar nas obras" em Portugal, é visto com desdenho?


 


...uma mudança de mentalidade, e melhores condições para os que "trabalham nas obras"...


 


Contudo será assim tão importante e viável o aeroporto da Ota? Enquanto os hospitais estão lotados? Enquanto são poucas as escolas que têm condições? Enquanto os jovens de hoje não sabem se terão direito a reforma (visto o défice da Segurança Social)


 


O objectivo da Ota é trazer turismo? E esse turismo beneficiaria Portugal?


 


ota_30.jpg Há que haver desenvolvimento... mas um desenvolvimento sustentável.

</blockquote>
publicado por SSoldado_Lusitano às 19:10
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Sábado, 19 de Novembro de 2005

Taxa de

desemprego.jpg
publicado por SSoldado_Lusitano às 15:06
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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2005

Algumas passagens...

"Os Maias" Eça de Queirós, 1888


 


Num país em que a ocupação geral é estar doente, o maior serviço patriótico é incontestavelmente saber curar.


 


(...)


 


– Então que lhe ensinara você, abade, se eu lhe entregasse o rapaz?


Que não se deve roubar dinheiro das algibeiras, nem mentir, nem maltratar os inferiores, porque isso é contra os mandamentos de Deus e leva ao inferno, hem? É isso?


– Há mais alguma coisa...


Bem sei tudo o que lhe ensinara que não se deve fazer, por ser pecado porque ofende a Deus, já ele sabe que não se deve praticar, porque indigno de um cavalheiro e de um homem de bem...


– Mas meu senhor...


Ouça abade. Toda a diferença é essa. Eu quero que o rapaz seja virtuoso por amor da virtude e honrado por amor à honra; mas não por medo às caldeiras de Pêro Botelho, nem com o engodo de ir para o Reino do Céu...


 


(...)


 


A desgraça de Portugal é a falta de gente. Isto é um país sem pessoal quer-se um economista? Não há um economista. Tudo assim


 


(...)


 


Seteais


Quantos luares eu lá vi?


Que doces manhãs d’ Abril?


E os ais que soltei ali


Não foram sete mas mil!


 


(...)


 


Então, estão convencidos? Que lhes tenho eu sempre dito? Isto é um país que só suporta hortas e arraiais... Corridas, como muitas outras coisas civilizadas lá de fora, necessitam primeiro gente educada. No fundo todos nós somos fadistas! Do que gostamos é de vinhaça, e viola, e bordoada, e viva lá seu compadre! Aí está o que é!


 


(...)


 


Como diz o nosso querido e imbecilíssimo Gouvarinho, o país não tem pessoal... Como há-se tê-lo, se nós, que possuímos as aptidões, nos contentamos em governar os nossos dog-carts e escrever a vida intima dos átomos? Sou eu, minha senhora, sou eu que ando a escrever essa biografia de um átomo!... No fim, esse diletantismo é absurdo. Clamamos por aí, em botequins e livros, «que o nosso país é uma choldra». Mas que diabo! Porque é que não trabalhamos para o refundir, o refazer ao nosso gosto e pelo molde perfeito das nossas das nossas ideias?... Vossa Excelência não conhece este país, minha senhora. É admirável! É uma pouca de cera inerte de primeira qualidade. A questão toda está em quem a trabalha. Até aqui, a cera tem estado em mãos brutas, banais, toscas, reles, rotineiras... É necessário pô-la em mãos de artistas, nas nossas. Vamos fazer disto um bijou!...


 


(...)


 


Ega esfregava as mãos. Sim, mas precioso! Porque essa simples forma de botas explicava todo o Portugal contemporâneo. Via-se ali como a coisa era. Tendo abandonado o seu feitio antigo, à D. João VI, que tão bem lhe ficava, este desgraçado Portugal decidira arranjar-se à moderna: mas, sem originalidade, sem força, sem carácter para criar um feitio seu, um feitio próprio, manda vir modelos do estrangeiro – modelos de ideais, de calças, de costumes, de leis, de arte, de cozinha... Somente, como lhe falta sentimento da proporção, e ao mesmo tempo o domina a impaciência de parecer muito moderno e muito civilizado- exagera o modelo, deforma-o estraga-o até à caricatura. O figurino da bota que veio de fora, era levemente estreito na ponta – imediatamente o janota estica-o, aguça-o, até ao bico de alfinete. Por seu lado, o lê uma página de Goncourt ou de Verlaine, em estilo precioso e cinzelado – imediatamente retorce, emaranha, desengonça a sua pobre frase, até descambar no delirante e no burlesco. Por sua vez, o legislador ouve dizer que lá fora se levanta o nível de instrução – imediatamente põe, no programa dos exames de primeiras letras, a metafísica, a astronomia, a filologia, a egiptologia, a cresmática, a critica das religiões comparadas, e outros infinitos terrores. E tudo por aí em diante assim, em todas as classes e profissões, desde o orador até ao fotógrafo, desde o jurisconsulto até ao sportman...


 


(...)


 


"Os Maias" Eça de Queirós, 1888


Não está actual?

publicado por SSoldado_Lusitano às 12:55
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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2005

A Música...

nr.gif

Imigrante ilegal angolano descoberto na direcção do PNR


 


 O Partido Nacional Renovador enfrenta a maior crise da sua curta história com a revelação de que um dos seus dirigentes é um imigrante ilegal angolano. O dirigente em questão é Nhakozi N’Gorongwena Iglésias, natural da cidade angolana de Malange e residente em Portugal sem documentos desde 1987. A sua nacionalidade e situação ilegítima só foram descobertas quando, durante reunião da direcção do PNR para avaliar os resultados eleitorais, se ouviram alguns acordes de kuduro provenientes de um carro que passava nas proximidades e, entre as expressões de nojo do resto dos presentes, Nhakozi não resistiu a erguer-se da cadeira, agitando freneticamente o corpo ao som do tórrido ritmo africano.


(...)


in “inÉPCIA”

publicado por SSoldado_Lusitano às 16:38
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2005

Um pouco de Sátira

manuelmonteiro.jpg


O ex-líder do CDS, actual líder do PND e exemplo vivo de que há gente incapaz de perceber quando deve desistir, Manuel Monteiro, voltou a fazer mais uma tentativa para regressar à ribalta da vida política nacional, desta vez com uma candidatura à Presidência da República.


No entanto, a estratégia que adoptou é algo invulgar e poderá até ser vista como desleal por alguns analistas menos abertos à inovação. Talvez por começar a suspeitar que os portugueses já não querem dizer nada ao Manel e que a sua cara é tão capaz de conquistar votos como o focinho de uma toupeira atropelada, Monteiro foi visto numa rua de Coimbra, envergando uma barba postiça muito pouco convincente e o que parecia ser uma almofada enfiada por baixo da camisa, fazendo-se passar por Manuel Alegre e pedindo assinaturas para uma candidatura presidencial.


Sempre que alguém o reconhecia, negava a pés juntos ser Manuel Monteiro, tentava engrossar a voz e ameaçava fazer ali mesmo umas quadras em redondilha dedicadas a Luís Figo ou ao seu fiel perdigueiro, Salgado Zenha, para convencer os mais cépticos.


No caso de esta estratégia falhar o objectivo de devolver Monteiro à ribalta política nacional, restar-lhe-á uma única alternativa. Correr em pelota pelas ruas das várias capitais de distrito com um megafone que usará para partilhar os seus comentários políticos com a população em geral. E o desespero é bem capaz de levar um homem a cometer as maiores loucuras.


In  “inÉPCIA”

</blockquote>
publicado por SSoldado_Lusitano às 20:57
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2005

Comunicado

Hoje na França, amanhã em Portugal?...


 


Os últimos acontecimentos registados na França recordam-nos quanta razão tínhamos ao denunciar a actual colonização da Europa por povos alheios e estranhos à nossa cultura e ao nosso património civilizacional.


 


A destruição de estabelecimentos públicos, escolas, o incêndio de automóveis e autocarros, agressões violentas contra cidadãos  inocentes representam sinais de uma verdadeira ocupação territorial e de um ódio revanchista contra os Europeus, neste caso particular os Franceses.


 


O que hoje ocorre no ambiente escaldante das cidades francesas não é a mera violência gratuita, nem tão-pouco a criminalidade ocasional, é, antes, o resultado e a consequência de uma política imigratória irresponsável e criminosa, vulgo "iminvasão", com a activa cumplicidade dos colaboracionistas instalados no nosso seio.


 


A  abertura das portas do nosso continente a massas colonizadoras (entram e não regressam), o reagrupamento familiar, a discriminação dos povos autóctones em favor e benefício dos afro-magrebinos, o etno-masoquismo, tudo isto explica o actual estado de coisas que presenciamos em França.


 


Já Guillaume Faye, Jean Raspail e Maurice G. Dantec, entre outros, há muito que lucidamente profetizaram os trágicos eventos. Os conflitos inter-étnicos estão aí, para durar e permanecer!


 


A Causa Identitária, fiel ao seu ideal de defesa intransigente de todos os povos Europeus, denuncia e condena os actos selváticos e violentos cometidos pelos "jovens" afro-magrebinos, solidarizando-se, ao mesmo tempo, com o povo Francês neste difícil momento que atravessa.


 


Infelizmente estamos cientes que este é o princípio de futuros confrontos e conflitos por toda a Europa, o que desmente cabalmente as patéticas vozes do politicamente correcto e de todos os colaboracionistas, de todas as tendências e matizes, pregadores do multiculturalismo suicidário e destruidor da Identidade Europeia.


 


É também escandaloso verificar a desavergonhada e frustrada tentativa de alguma comunicação social em associar a comunidade Portuguesa ao vandalismo provocado pelos afro-magrebinos. Recorde-se que a nossa comunidade - a Portuguesa - é reconhecida pelo seu honesto trabalho e civismo, estando plenamente integrada no conjunto da sociedade Francesa. Afinal, somos Europeus e partilhamos a mesma herança civilizacional.


 


A CI alerta a todos os portugueses para a situação explosiva em muitos bairros que integram as zonas metropolitanas das nossas grandes urbes. As imagens que nos chegam de França podem, no futuro, repetir-se em Portugal!


 


É a hora dos Portugueses e de todos os Europeus, ciosos e orgulhosos da sua Identidade, protegerem a nossa Casa comum.


 


Eles não passarão!


 


Por Portugal e pela Europa!


http://www.causaidentitaria.org/

publicado por SSoldado_Lusitano às 14:15
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